Moro deixa ministério sem cumprir promessa a secretários de segurança

Sonia Racy

25 de abril de 2020 | 00h33

SÉRGIO MORO. FOTO: ALEX SILVA/ESTADÃO

SÉRGIO MORO. FOTO: ALEX SILVA/ESTADÃO

Na sua última conversa com 27 secretários estaduais de Segurança, quarta-feira por videoconferência, Sergio Moro se comprometeu a descontingenciar R$ 1 bilhão do Fundo Nacional de Segurança Pública para os estados.

Falou-se até em Medida Provisória para destravar tal crédito. Seria uma preparação para o pior cenário pós-pandemia: recessão e aumento da criminalidade.

Ontem, com o adeus de Moro, o grupo de WhatsApp dos secretários ficou ‘mudo’. A maioria é bolsonarista e lá está Anderson Torres, do DF, então cotado para assumir a PF.

Setor privado

Luciano Huck –cujo histórico é o de apoiar pequenos empreendedores– juntou-se ao seu amigo Eduardo Mufarej e outros empresários na concepção do projeto Estímulo 2020. Vão apoiar financeiramente pequenos e médios negócios afetados pela covid-19.

A princípio, serão R$ 20 milhões a serem distribuídos a partir do dia 1º de maio.

Decisão técnica

Especialistas em montar pesquisas não entenderam o por quê do alarde quanto a dados pedidos pelo IBGE a entrevistados. Eles só complementam o que o instituto já tem em mãos. Com a vantagem de permitir a pesquisa por telefone, única possível hoje.

Fiel na rua

Dom Luiz de Orleans e Bragança – que quase foi vice de Bolsonaro – apoia abaixo assinado pedindo reabertura das igrejas. Segundo ele, a normalização do culto religiosos é urgente “até como fator de sanidade psíquica da população”.

Onipresente

Partiu de Fabio Almeida, empresário de Ivete Sangalo, a ideia de colocar a live que a cantora fará hoje em todas as redes possíveis como forma de democratizar a apresentação. A live de Ivete entra na Globo, no Multishow, na plataforma Globoplay e nos YouTubes, tanto de Ivete, quanto do Multishow.

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