Moeda de troca

Sonia Racy

03 de dezembro de 2015 | 01h40

Eduardo Cunha nem tinha ainda terminado sua entrevista na TV – na qual anunciava a aceitação da abertura do processo de impeachment contra Dilma – quando um dos autores do texto, o jurista Miguel Reale Jr., já comentava, para a coluna: “Foi o desespero do último momento que o levou a essa atitude”.

Para o advogado, que dividiu a tarefa com o colega Hélio Bicudo, “o deputado guardou isso longo tempo como moeda de troca”. E completou: “Eu confiava no valor do nosso trabalho. Ele não merecia esse tratamento”.

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