Misterioso critério

Sonia Racy

12 de abril de 2015 | 01h05

Comprador de obra do americano Bill Viola– artista mais importante de videoarte da atualidade – não poderá usufruir da isenção fiscal concedida a todos os trabalhos à venda na SP-Arte.

O fisco brasileiro considerou que a produção, “um vídeo” – que custa algo como US$ 200 mil –, não é uma obra de arte. O evento, no prédio da Bienal, termina hoje.

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