Mi casa

Sonia Racy

05 de maio de 2010 | 08h19

Se depender de Luiz Barreto, da Justiça, os paraguaios presos no Brasil vão ficar onde estão. Ao receber de seu colega paraguaio Rafael Filizzola, anteontem – no encontro Lula-Lugo, em Ponta Porã – documentação para justificar a extradição dos três, o ministro concluiu não haver nada que justifique reavaliar o caso. “Dificilmente o Comitê Nacional de Refugiados vai rever sua decisão”, antecipou o Barreto à coluna.

Ou seja: os “guerrilheiros” Juan Arrom, Anuncio Martí e Victor Colman, acusados de participar do Exército do Povo Paraguaio, não voltam tão cedo para os braços de Fernando Lugo.

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