Mergulho de água fria

Sonia Racy

26 de julho de 2010 | 23h01

Durante a Liga Mundial de Vôlei, o levantador Bruno Rezende prometeu que, em caso de título, mergulharia, de madrugada, na piscina fria (2°C) do hotel, em Córdoba, na Argentina.

Dito e feito. Depois da conquista, a maioria dos jogadores caiu na piscina gelada. E ninguém dormiu. Os campeões comemoraram durante toda a noite e foram direto para o aeroporto.