Mercosul quer lugar deixado por Trump no comércio com bloco asiático

Mercosul quer lugar deixado por Trump no comércio com bloco asiático

Sonia Racy

09 de setembro de 2017 | 14h25

ALOYSIO RECEBIDO PELO CHANCELER DA MALÁSIA, ANIFAH AMAN/AGÊNCIA BERNAMA

O ministro Aloysio Nunes, que não voltou ao Brasil com Temer, acertou ontem em Cingapura a realização de uma reunião entre Mercosul e o Asean, bloco econômico do Sudeste asiático. Seria já no dia 22, após a reunião da Assembleia-Geral da ONU que começa no dia 20, em NY.

A ideia do chanceler brasileiro é aproveitar (no momento o Brasil preside o Mercosul) o “vazio” que Trump deixou, com a saída dos EUA da Parceria Transpacífico. O bloco asiático da Asean reúne seis países, com 620 milhões de habitantes e um PIB somado de US$ 2,5 trilhões

Asia 2

Nunes esteve antes na Malásia e gostou do que ouviu. A estatal de petróleo de lá, a Petronas, quer investir no pré-sal brasileiro. Para entender: o comércio do Brasil com os malaios triplicou em dez anos e supera o que o Brasil tem hoje com Equador e Portugal.

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