Mensalão

Sonia Racy

10 de agosto de 2012 | 01h01

Depois de Cármen Lúcia, será a vez de Marco Aurélio Mello desfalcar o julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal.

Participa de congresso de advogados, hoje à tarde, em São Paulo. “Prometi em maio que compareceria, quando o processo não estava nem sequer liberado para pauta. E honro meus compromissos”, justificou à coluna.

O ministro enviou ofício à presidência do STF solicitando fita com a gravação da sessão plenária.

Mensalão 2

Em relação ao argumento usado pelos advogados dos réus que integram o ‘núcleo financeiro’ do esquema – todos jogaram a culpa em José Augusto Dumont, do Banco Rural, morto em 2004 –, opina o magistrado:

“Não podemos condenar ou absolver o morto. O que o processo está questionando é a culpa dos acusados – que estão vivos”.

Mensalão 3

O ritmo pesado do julgamento da Ação Penal 470 e uma forte gripe calaram Carlos Ayres Britto, presidente da corte. Fora do plenário, que fique bem claro.

A recomendação médica é não falar nem ao telefone.

Mensalão 4

Não se sabe bem por que, mas o revisor do processo, Ricardo Lewandowski, tem usado os intervalos das discussões sobre o caso para… esticar as pernas.

Longe dos 10 colegas, no tradicionalíssimo cafezinho do Supremo.

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