‘Vamos sair do buraco este ano’, diz Mendonça de Barros

Sonia Racy

08 Março 2017 | 00h45

Não tem como piorar

Ante o pior PIB registrado desde 1948, chegamos ao fundo do poço, no ver de José Roberto Mendonça de Barros. “Vamos sair do buraco este ano, com crescimento modesto, de 1%, mas positivo. No quarto trimestre, nossas projeções mostram crescimento consistente de 2% para que em 2018 cheguemos a 2,6%”, explica o respeitado economista. Que não ousa ir mais adiante em consequência dos imponderáveis – como as eleições do ano que vem.

A única certeza, diz Mendonça de Barros, é que o Brasil vai sair desse tombo muito diferente. “Acredito que para melhor”, acrescenta.

Dá para melhorar

Pelo mercado, a sensação também é de início de melhora. “Não há no mundo hoje outro país se dispondo a fazer um número tão grande de reformas – e os investidores estrangeiros sabem disso”, pondera Luiz Fernando Figueiredo, da Mauá.

Haja confiança

Termina hoje oferta pública de ações de R$ 2,5 bilhões das Lojas Americanas – pertencentes ao grupo 3G, de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. Desde 1991 – 26 anos – a empresa não fazia este tipo de oferta.

Destino? Investimentos aqui mesmo no Brasil.

Molho nada inglês

Tem mais de dez mil páginas, oito anos e nenhuma decisão a ação civil pública em que o MP paulista cobra R$ 200 milhões do “Italiano”, entre outros réus, acusados de fraudar licitação em Ribeirão Preito.

Sob a administração de Antônio Palocci, a oferta de “molho de tomate refogado peneirado com ervilhas”, produto fornecido por uma única empresa, foi incluída na cesta básica da cidade.

Voluntariado

Se na operação Cidade Linda em Pinheiros apareceram com 250 voluntários, ontem um total de 600 já estava inscrito para atuar no trecho entre a Praça Gentil Falcão e a Avenida Roberto Marinho, no dia 11. A ação terá 104 funcionários da prefeitura regional.