Memória gitana

Sonia Racy

27 de fevereiro de 2014 | 01h02

Steffen Dauelsberg lamentava, ontem, a morte de Paco de Lucía. O produtor da Dell’Arte – que trouxe o violonista para dois shows, no Rio e em SP, em novembro do ano passado – lembrou-se de boas histórias desde a primeira turnê do músico no Brasil, há 16 anos.

Na ocasião, o espanhol ficou três meses na casa da mãe de Steffen, Myrian, na Bahia.

Memória gitana 2

Já na última passagem pelo País, o músico quase levou a filha ao show de Justin Bieber, mas… desistiu. Sobrou para seu empresário. “Paco deixa um grande legado. O filho está começando a tocar; vamos ver se os genes estão condensados ali”, diz o produtor.

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