Memória

Sonia Racy

25 de outubro de 2013 | 01h01

A abertura da mostra Marcas da Memória– anteontem, na Cinemateca – foi povoada por fortes discursos exaltando a trajetória da instituição.

Depois de longa crise, funcionários comemoravam a conclusão do trabalho de restauração dos filmes selecionados pela Comissão de Anistia – como Os Libertários, de Lauro Escorel, que foi exibido na noite.

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Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça, afirmou que o trabalho feito pela Sociedade Amigos da Cinemateca não pode ser questionado.

E, também na condição de presidente da comissão, agradeceu pelas “relações de colaboração e construção da memória coletiva do País”.

Em sua fala, Olga Futemma – que gerenciou a crise – pediu que os servidores que tenham se desligado da Cinemateca considerem… voltar algum dia.

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Já Patricia De Filippi, diretora adjunta, preferiu não focar sua fala na crise. Destacou, sim, que o ofício de restaurador não é reconhecido no Brasil.

Segundo ela, a Cinemateca é responsável por cuidar de mais de 40 mil títulos e nada menos que 1 milhão de documentos.

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