Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos na bolsa devolve R$ 6,3 milhões a investidores

Sonia Racy

10 de setembro de 2020 | 00h50

Cada dia que passa, a bolsa brasileira ganha mais adeptos em consequência direta da queda da taxa de juros. Há perigo nisso? Sempre há, mas aqui vai uma informação para os novos ‘entrantes’ da B3.

Poucos sabem, mas no mercado de capitais, há um mecanismo – ‘quase irmão mais velho’, mas de tamanho menor – do Fundo Garantidor de Crédito.

O FGC foi criado para garantir o depositante em até R$ 250 mil no caso de quebra de instituições financeiras. Já o MRP – Mecanismo de Ressarcimento de Prejuízos – nasceu em 1966, por iniciativa das corretoras ligadas à então Bovespa e garante perda de até R$ 120 mil.

O MRP, entretanto, é restrito a prejuízos no mercado de capitais. Não é abrangente como o FGC. E tem hoje em caixa R$ 400 milhões referentes a contribuições de corretoras e de alguns participantes.

Balanço: neste ano, até agosto, 458 casos foram julgados – e R$ 6,3 milhões devolvidos a investidores.

De mudança

Jorge Chastalo, conhecido como ‘carcereiro de Lula’ em Curitiba e batizado de Rodrigo Hilbert da PF, vai para Lima em dezembro onde fica três anos como adido adjunto da Polícia Federal.

Sua viagem de oito dias até lá, “500 km por dia”, disse à coluna, será feita “por terra”, com a mulher e as duas filhas, na caminhonete da família.

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