Me and myself

Sonia Racy

07 de fevereiro de 2015 | 01h16

Não faltavam ontem versões e justificativas para a inesperada escolha de Aldemir Bendine para o comando da Petrobrás. Falava-se em recusas de nomes do setor privado, no convite não aceito por Murillo Ferreira, da Vale, na necessidade de Luciano Coutinho permanecer no BNDES e muito mais.

Na verdade, segundo se apurou, a escolha de Dilma se deu entre quatro paredes para só depois a presidente, já decidida, compartilhar a indicação com sua equipe.

They and themselves

O mercado de ações na BM&F Bovespa abriu simultaneamente à notícia bombástica de Bendine na Petrobrás – dada em primeira mão pela jornalista Cristiana Lôbo. No primeiro momento, ninguém acreditou.

Foram quase cinco minutos de perplexidade até o preço das ações começarem a cair feio. No fim do dia, organizava-se o movimento Volta, Graça.

Ele sim

Já a indicação de Ivan Monteiro para a diretoria financeira da Petrobrás trouxe um certo alento aos investidores e players de mercado.

O ex-diretor do BB é considerado sério e eficiente.

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