Massa e sushi

Massa e sushi

Sonia Racy

26 de novembro de 2013 | 01h16

Foto: Paulo Giandalia/Estadão

Domingo de vento em Interlagos, sushis rolaram pelo tapete do Paddock enquanto os VIPs aguardavam a largada do GP Brasil de F1. O pessoal do catering ainda caçava bolinhos de arroz quando Barrichello driblou um naco de atum e disparou para os boxes, chamado às pressas pela Globo. Comentário de um presente, Chandon à mão: “Depois dizem que o Rubinho não corre…”.

Reginaldo Leme também estava apressado, mas falou sobre o adeus de Felipe Massa à Ferrari e a ida para a Williams, o grande assunto do dia: “Foi uma boa escolha para ambos os lados. Começarão do zero. A equipe tem mais estrutura do que Lotus e Sauber. Agora, é um risco!”.

Já na mesa de Emerson Fittipaldi, o ex-piloto conversava animadamente com o ex-presidente mexicano Felipe Calderón. Assunto? Massa e… futebol. O bicampeão do mundo de F1 garantia que o Brasil leva o hexa, só está com medo do México – algoz da seleção nos Jogos de Londres. Calderón explicou que “o time asteca é o melhor de todos os tempos, mas precisa botar a cabeça no lugar”. “Acho até que vale a pena mandar uma missão ao Brasil para contratar um bom psicólogo”, afirmou, arrancando gargalhadas de todos.

Questionado sobre a reforma pela qual o autódromo deverá passar em 2015, Emerson disse confiar no trabalho da Prefeitura. “Muitos países gostariam de entrar no lugar do Brasil na Fórmula 1; por isso, a mudança pedida pela organização na área dos boxes é mesmo fundamental.” E Massa na Williams? “É o cara certo no lugar certo na hora certa”, garantiu.

Pouco antes, a coluna conversara com sir Frank Williams, ainda no hotel Transamérica, onde parte do staff das equipes fica hospedada. O chefe e fundador da escuderia disse que “a experiência do brasileiro fará diferença” na temporada 2014: “São os ventos da mudança. Seremos competitivos”. /DANIEL JAPIASSU

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