Sindicalista paraibana é anistiada, 33 anos depois

Sonia Racy

05 de novembro de 2016 | 01h10

Mais de três décadas depois de morta por um pistoleiro, a líder sindical paraibana Margarida Maria Alves foi reconhecida, pelo Estado brasileiro, como anistiada política – decisão anunciada ontem pelo ministro Alexandre de Moraes, da Justiça.

A sindicalista foi atingida em agosto de 1983 por um tiro no rosto, diante de sua casa – e se tornou a inspiração da Marcha das Margaridas, feita todo ano até Brasília.

Seu nome consta de uma lista de 168 beneficiados antecipada ontem pela coluna. A família receberá uma indenização de R$ 180,7 mil e um valor mensal de R$ 1.760.

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