Mão na massa

Redação

23 Fevereiro 2010 | 09h19

Alberto Rollo, um dos maiores especialistas em direito eleitoral do País, não tem dúvida: “O que se viu no congresso do PT, semana passada, configura, sim, um delito eleitoral.”
Desta vez, considera o advogado, ocorreu um evento diferente dos anteriores, que a oposição levou ao TSE e foram arquivados.

Qual a diferença? “No congresso do PT foram preenchidos os três quesitos básicos que caracterizam uma campanha: definir o cargo almejado, anunciar os méritos do candidato e contar o que ele fará se for eleito.” Nas viagens e inaugurações de Lula e Dilma, diz ele, algum dos quesitos faltou.

Se PSDB e DEM vão procurar o tribunal de novo, e se os autos permitirão ao TSE reafirmar esse entendimento, é outro problema.