‘Mala educación’ na Educação?

Redação

26 de novembro de 2009 | 08h06

Chega à Justiça ação do Ministério Público Estadual acusando a ex-secretária de Educação Maria Aparecida Perez de superfaturamento. O contrato de R$ 21,8 milhões, assinado com a FGV para a criação do Portal Educação, segundo o promotor Saad Mazloum, deveria ter custado bem menos.

Ele calcula R$ 4,9 milhões. Uma diferença de 330%.

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Além disso, a promotoria questiona a contratação, pela FGV, de outra empresa para fazer o serviço.

A fundação foi escolhida sem licitação por ser instituição sem fins lucrativos. E não poderia, segundo o MPE, terceirizar o trabalho.

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O MPE quer, entre outras, que a FGV devolva R$ 3,9 milhões dos R$ 6,5 milhões já pagos à fundação.

Procuradas, as rés Maria Aparecida Perez, secretária de Educação na gestão Marta, e a FGV, dizem não terem sido notificadas.

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