Maktub

Redação

26 de maio de 2009 | 07h40

Roger Wright, que já havia perdido a mulher, Barbara, no acidente da TAM em 96, escapou por um triz da tragédia de julho de 2007, quando outro avião da mesma empresa caiu, matando 199 pessoas ao descer em Congonhas.

Naquela ocasião, o executivo acordou cansado e pediu para uma assessora (que não teve a mesma sorte) comparecer em seu lugar a uma reunião na capital gaúcha.

Abalado por esta segunda tragédia, Wright tomou então uma decisão irreversível: deixar sua cadeira no conselho da TAM. No entanto, responsável que era, ponderou a esta colunista que sua saída logo após o acidente prejudicaria a empresa em momento difícil. E estendeu sua permanência até 2008.

Na sexta-feira, Wright morreu com a família na queda de um King-Air que tentava descer em Trancoso, deixando os meios empresariais, das artes e sociais, chocados com a nova tragédia.

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