Luzes

Sonia Racy

06 de novembro de 2012 | 02h00

Elena Landau, especialista na área de energia e advogada, critica fortemente a dose do “remédio” receitado na Medida Provisória do setor elétrico.

Entre outras, acredita que Dilma está dando um tiro no próprio pé: “Não há como a Eletrobrás sobreviver com esta MP”.

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No Planalto, porém, há certeza de que o governo federal está trilhando o caminho certo. A redução de tarifa é inegociável, bem como a nova fórmula para concessão.

O que se aceita debater são os valores calculados para indenização, “conforme previsto desde a edição da MP”, esclarece fonte próxima a Dilma.

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Circula, em Brasília, o motivo pelo qual a Cemig bate tanto contra a MP do setor elétrico.

Ao comprar parte da Cemig, a Andrade Gutierrez atrelou o preço pago à forma como se daria a renovação da concessão.

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