Luz no fim do túnel?

Sonia Racy

28 de abril de 2010 | 07h59

Na linha despedida, João Sayad apresentou anteontem, na Secretaria da Cultura, o detalhamento do seu projeto Complexo Cultural da Luz. Mais especificamente, o do Teatro de Dança, tarefa do escritório suíço Herzog & De Meuron. “Estamos suplantado as ações judiciais e assinando contrato. Os arquitetos devem entregar as plantas básicas até o fim do ano”, explicou. A partir disto, a obra será licitada.

Comparando a obra a Belo Monte, Sayad lamentou as ações judiciais que a atrasaram – uma delas contra sua pessoa física. “Tive que acionar advogado”, lamenta.

No balanço de sua gestão, destacou a Biblioteca de São Paulo: “Está lotada de gente que precisa, de menino descalço, de nariz sujo. Não importa que façam xixi embaixo do computador e joguem DVD um na cara do outro.”

Não, Sayad não matou de fome quem foi ouvi-lo. “Vou dar uma coisinha para vocês comerem. Mas quero mesmo é seduzi-los para que o projeto seja de São Paulo e não de uma gestão governamental.”

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