Longo alcance

Sonia Racy

08 de março de 2013 | 01h02

E mulheres de países emergentes são mais otimistas do que as de países desenvolvidos. Pelo menos quando o assunto é… oportunidades no futuro.

Segundo a Nielsen, 81% das entrevistadas nas nações do Brics acham que suas filhas terão mais estabilidade financeira do que elas tiveram – contra 40% das pesquisadas no Primeiro Mundo.

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Outro dado que chama a atenção diz respeito à quitação de dívidas: as emergentes creem que suas descendentes terão 72% de chances de se livrar dos credores. As “desenvolvidas”? Não passam de 31%.

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