Linha sucessória do Planalto, sem casuísmo

Sonia Racy

03 Novembro 2016 | 00h40

Marco Aurélio Mello tem um propósito firme para hoje, no STF. Como relator, apresentará seu parecer no processo que discute a viabilidade de existir, na linha sucessória presidencial, alguém que seja réu em processos criminais. “O ideal é que tudo se resolva hoje”, diz o ministro.

Mello acha importante que a decisão seja tomada pelo STF justamente no momento em que não há ninguém nessa situação – afinal, Eduardo Cunha já foi cassado.

Caso contrário, alguém poderia dizer que é casuísmo…

Sacrifício

Em tempos de polêmica sobre vaquejada — que o Senado aprovou ontem, apesar de estar proibida pelo STF –, Marco Aurélio também dará parecer, em breve, sobre outro processo destinado a repercutir.

O que trata de sacrifício de animais em cerimônias religiosas.