No polegar

Redação

12 de novembro de 2009 | 09h32

Um perito que participou do resgate dos corpos do Airbus da Air France surpreendeu seus ouvintes, dias atrás, ao revelar que uma das tarefas mais difíceis da missão foi identificar os não-brasileiros.

É que, em alguns países europeus, a polícia não costuma tirar digitais ao emitir documentos. Foi preciso ir à casa de muitos deles procurar indícios em CDs, talheres e outros objetos.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: