A paga dos árabes

Redação

06 de outubro de 2009 | 07h14

Muito cobrado pelos atropelos em Honduras, Celso Amorim se sentiu recompensado com a vitória em Copenhague. O primeiro a lhe telefonar foi Aboul Gheist, chanceler do Egito – o mesmo país de Faruk Hosny, que o Brasil apoiou, em vão, para a Unesco.

A avaliação no Itamaraty é que os votos árabes foram fundamentais na sexta. E que “outras vitórias virão”.

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