A economia está quase lá

Redação

29 de setembro de 2009 | 07h43

Reflexo de uma melhora consistente no quadro da crise econômica, a agenda de Luciano Coutinho, do BNDES, está um pouco mais leve. Durante quase um ano ele trabalhou mais de 16 horas por dia, saindo do banco depois da meia-noite. “Agora as coisas se tranquilizaram”, contou à coluna.

A demanda de recursos do banco voltou ao nível pré-crise? “Ainda faltam uns 15%”, contabiliza. Os setores de máquinas e equipamentos vão bem, os de material de construção melhor ainda, mas falta recuperação maior na indústria manufatureira.
“Ela certamente virá.”

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