Lava Lento

Sonia Racy

02 Maio 2015 | 01h12

Só dois dos nove presos libertados na Lava Jato teriam condições de fazer delação premiada de peso, capaz de envolver seriamente altos políticos: Ricardo Pessoa, da UTC, e Leo Pinheiro, da OAS.

Fora da prisão, segundo fonte credenciada, Pessoa tenderia a atingir o governo e já teria se negado a acatar a tese do juiz Sérgio Moro de que houve formação de cartel na Petrobrás.

A inclinação de Pinheiro, até agora, é a de manter a boca fechada. Acredita que nem tudo está perdido.