Justiça pressiona embaixadora venezuelana nomeada por Guaidó

Justiça pressiona embaixadora venezuelana nomeada por Guaidó

Sonia Racy

08 de março de 2020 | 00h40


MARIA TERESA BELANDRIA. FOTO: REUTERS

 

Maria Teresa Belandria Exposito, embaixadora venezuelana instalada em Brasília – nomeada por Juan Guaidó – vive situação inusitada. Foi intimada na semana passada, por ação movida pelo Ministério Público do Trabalho. Motivo? O não pagamento de salários dos empregados brasileiros da embaixada, contratados na época de Maduro.

Acontece que, até a presente data, Maria Teresa – apesar de ser a única representante da Venezuela perante o governo brasileiro –, não conseguiu ocupar sequer o imóvel oficial da Embaixada de seu país. Ela está trabalhando em um quarto de hotel, em Brasília, auxiliada por alguns poucos voluntários.

Embaixadora alega não ter
meios para pagar os salários

Ciente de que o governo Nicolas Maduro não vem cumprindo com seus compromissos perante empregados locais em vários países pelo mundo, a embaixadora se defende, segundo o escritório Lucas de Lima e Medeiros – contratado para resolver o imbróglio– alegando não ter meios legais e econômicos para pagar o que é devido aos funcionários brasileiros.

O escritório de advocacia brasileiro assessora de forma pro bono o governo Juan Guaidó no projeto de reconstrução política da Venezuela.

Garotas em ação

A equipe de Aruanas, que filma em SP, vai usar hoje camisetas com a inscrição ‘Filme como uma mulher’. A ação também remete à percentagem de mulheres na produção: 53% da equipe, inclusive as protagonistas Taís Araujo, Débora Falabella, Leandra Leal, Thayná Duarte e Camila Pitanga.

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