Jornadas à parte

Sonia Racy

18 de março de 2010 | 08h50

Para mostrar o grau de amizade entre Aloizio Mercadante e Paulo Skaf, vice de seus sonhos, petistas contam que o senador chegou a criticar, em reunião de líderes, a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. O assunto põe em lados opostos a Fiesp e as centrais sindicais, como CUT e Força.

O senador nega a crítica. Mas prefere não dizer o que pensa do assunto. “Em nenhum momento ele se posicionou. Esperamos que apoie as centrais”, diz Paulinho da Força.