Jefferson, do ‘não’ de Lula ao ‘sim’ de Temer

Sonia Racy

04 Janeiro 2018 | 00h29

ROBERTO JEFFERSON. FOTO MARCOS DE PAULA/ESTADÃO

Na última vez em que teve encontro pessoal importante com um presidente, em Brasília, Roberto Jefferson ouviu de Lula – em 26 de abril de 2005 – que um aliado seu em Furnas, Dimas Toledo,  não seria mantido.

Daí ao mensalão… foi um pulo.

Doze anos e oito meses depois, ele deixou o Jaburu, ontem, para contar aos jornalistas, quase chorando, que sua filha Cristiane Brasil tinha virado ministra do Trabalho.