Tristeza pelo museu marcou jantar da Bienal

Tristeza pelo museu marcou jantar da Bienal

Sonia Racy

05 Setembro 2018 | 00h30

Eduardo Saron e Gabriel Pérez-Barreiro. Foto: Denise Andrade

A maior catástrofe já ocorrida no cenário cultural brasileiro. Essa avaliação, feita pelo editor e historiador Pedro Corrêa do Lago, deu o tom e o clima do jantar de pré-abertura da Bienal, no prédio da Fundação, no Ibirapuera. Não se falava em outra coisa a não ser o “desaparecimento” trágico do Museu Nacional.

A festa marcou a estreia do espanhol Gabriel Pérez-Barreiro como curador da mostra – que abre para o público dia 7 de setembro.

Artes 2

Entre gringos e habitués da cena artsy brasileira somaram-se 550 pessoas, recepcionadas pelo vice-presidente da Bienal, Eduardo Saron.

João Carlos Figueiredo Ferraz, presidente da Fundação, não pôde comparecer por motivos de saúde.