It’s beer time

Sonia Racy

29 de maio de 2016 | 02h00

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Há apenas um ano no Brasil, a cerveja Miller acaba de anunciar o País como seu melhor mercado em volume de vendas, resultado financeiro e construção de marca. Em meados agosto deve se concretizar a venda, já anunciada, da SabMiller para a AB InBev – que, com essa transação, passa a controlar 30% do mercado mundial de cerveja.

Os rótulos que levam o nome Miller, porém, não entraram na negociação. Eles ficarão com a MolsonCoors. Já que os brasileiros estão entre os maiores consumidores da bebida, a coluna perguntou ao mestre cervejeiro David Ryder, um dos mais respeitados do mundo e que está a frente da Miller desde 1992, o que uma cerveja precisa para ser considerada boa.

“O mais importante é entender o seu gosto. Dentre as cervejas de qualidade não existe boa ou ruim, existe a que mais agrada ao paladar de quem bebe. Mas claro que o lúpulo tem que ajudar”. Outra dúvida, que circula nos EUA, é se realmente o milho é usado para baratear as cervejas.

A resposta do dr. Ryder: “Não sei dizer no Brasil, mas nos EUA milho não é barato. Ele começou a ser usado para amenizar o sabor do lúpulo, que é muito presente nas cervejas alemãs. Foi uma forma encontrada para adaptar o paladar dos diferentes consumidores.”