Ipea: a prova reprovada

Redação

22 de dezembro de 2008 | 06h00

Três doutores em economia que trabalham no Ipea resolveram fazer um “test-drive” das provas do concurso público realizado semana passada, para contratar 80 novos profissionais para a casa. O veredicto foi unânime: os testes foram mal elaborados.

Na prova objetiva, o candidato teve de assinalar certo ou errado diante de várias afirmações. Mas, na maioria delas, a resposta mais correta era “depende”.

Os doutores acreditam que as provas não se sustentam diante de um questionamento judicial. O que significa, no horizonte, problema à vista.

Aliás, a prova do Ipea tem outro ponto polêmico: a última etapa da seleção é uma prova oral. Há quem ache que, dessa forma, o grau de subjetividade da avaliação é muito grande. E põe grande nisso.

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