Iniciativa privada de olho em Caio Megale

Sonia Racy

28 de julho de 2020 | 00h52

Motivos pessoais. Essa é a explicação que Caio Megale deu este fim de semana, a interlocutores, indagado sobre seu pedido de demissão da diretoria de programas na secretaria especial – posto que assumiu em janeiro, depois de ter a ocupado outras três cadeiras no Ministério da Economia.

Entre o governo Doria e o de Bolsonaro, Megale trabalhou… quatro anos no setor público.

Pelo que se apurou, tem gente da iniciativa privada sondando Megale, havendo chance até de ele voltar para o Itaú, onde trabalhou seis anos e de onde João Doria o tirou – por sugestão de Ana Carla Abrão, sua ex-chefe no banco. Ela recusou o convite do então prefeito para ocupar a secretaria de Fazenda mas acabou presidindo… o conselho ligado ao cargo.

A decisão de Megale dependerá do tempo em que o conselho de ética da Presidência da República levará para analisar se ele deve fazer quarentena.

Houve também quem se arriscou e perguntou ao economista: o que foi mais fácil, trabalhar para Paulo Guedes ou para João Doria? Megale… desconversou. O secretário, que trabalha de São Paulo desde o inicio da quarentena, deixa a cadeira sexta-feira.

Legado? Reestruturação de lei de informática, marco das start-ups e ajuda na reformulação dos ex-tarifários.

Super produção

A Editora Alameda entregou o livro Um construtor de Pontes, de Roberto Teixeira da Costa.

Não satisfeito, o economista começou outra obra sobre… relações internacionais. “Estava pronta em dezembro mas foi totalmente revista devido ao impacto da pandemia em nossas relações com o mundo”, explica.

Escolhida

Gal Neves é a nova curadora- chefe do MUBE. Ela é pesquisadora e professora de artes visuais da Universidade Federal do Ceará.

Girls  

Grazielle Parenti, da BRF, foi eleita chairwoman do time brasileiro na recém criada BRICS Women’s Business Alliance. São cinco: ela, Ana Beatriz da Costa (Natura), Andrea de Almeida (Petrobras), Tania Reis (Serpa) e Viviane Saraiva (Queiroz Galvão).

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