Imperatriz Leopoldinense muda nome de ala e recebe ruralistas

Sonia Racy

22 de fevereiro de 2017 | 00h25

Bandeira branca 

Missão de paz bem sucedida, anteontem, no barracão da Imperatriz Leopoldinense, no Rio. Ruralistas foram se queixar do tratamento que receberam no samba-enredo da escola, Xingu – O Clamor que Vem da Floresta. Antes mesmo do encontro, a escola já tinha decidido trocar o nome de uma ala – inicialmente batizada de Os Fazendeiros e Seus Agrotóxicos – para Uso Indevido dos Agrotóxicos.

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Para Luiz Pacheco Drumond, presidente da escola de samba, o enredo foi mal interpretado. “Ele nos disse, inclusive, que é fazendeiro e que não houve intenção de atacar o agronegócio”, contou à coluna Marcelo Vieira, presidente da Sociedade Rural Brasileira. Ele estava acompanhado de João Adrien, diretor da entidade, e Antônio Alvarenga, presidente da Sociedade Nacional de Agricultura.

Fidelidade

Funcionários do Butantan enviaram carta, ontem, a Alckmin. Motivo? Manifestar apoio “incondicional” a Jorge Kalil – afastado da direção depois de acusação de irregularidades. O documento afirma que o Instituto passou por várias auditorias e “em todas foi aprovado sem ressalvas” e pede que o governador dedique atenção especial a esse assunto.