Secretário de Finanças de SP vê receita superdimensionada

Sonia Racy

15 Março 2017 | 00h45

A arrecadação da Prefeitura pode até não ter caído neste primeiro bimestre do ano. Mas ela está aquém do projetado no Orçamento. Entre o que estava “prometido” e o que realmente entrou para os cofres de São Paulo, há uma frustração de R$ 110 milhões, segundo contou ontem Caio Megale. 

Já está claro para o secretário de Finanças que a receita de 2017 foi superdimensionada pela gestão Haddad. E como os custos também o foram, SP corre com lupa, procurando onde mais reduzir custos.

Andando

A CSN não desistiu da ferrovia Transnordestina. Tanto assim que, segundo fonte da empresa, está trabalhando com o governo Temer para liberação de aporte de R$ 150 milhões já aprovados no Tribunal de Contas da União. Outros R$ 450 milhões também estão sendo discutidos no Tribunal.

Pode ser, será?

Em palestra fechada para estudantes brasileiros, no Instituto de Altos Estudos Internacionais, em Genebra, Dilma apontou que além de Lula, o único outro candidato viável, da tradição política, em 2018, é… Alckmin.

Mas emendou, seguindo a tradição de comunicação da ex-presidente, com um “talvez”.

Ligando pontos

Com direito a cerimônia de entrega de placas, e presença da família, a ponte Itapaiuna – a mais nova da Marginal Pinheiros – vai se chamar Edson de Godoy Bueno a partir de sexta-feira.

Uma homenagem de Doria ao fundador da Amil que morreu mês passado.

Gestão privada

A Comunitas, que já atuou em 74 municípios, entra no chamamento público para elaboração do Plano Plurianual da cidade de São Paulo.

Criada para estimular a iniciativa privada a participar do setor público, ela também lança hoje, ao lado da SOMOS Educação, plataforma digital da rede Juntos.

Racha, de novo

Membros da bancada do PT da Assembleia paulista definiram como “atitude envergonhada”, a decisão do diretório estadual em apoiar a candidatura do PSDB à presidência da Casa. No entanto, o placar da votação foi de 42 a 8 pela aliança.