Huck só deve entrar na briga ‘mais perto da eleição’, diz Freire

Huck só deve entrar na briga ‘mais perto da eleição’, diz Freire

Sonia Racy

27 de setembro de 2019 | 00h45

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LUCIANO HUCK

LUCIANO HUCK. FOTO REUTERS/LEONARDO BENASSATO

O fator Huck

Roberto Freire, presidente do Cidadania, disse à coluna que Luciano Huck não vai deixar a Globo “tão cedo” e só deve se filiar (ao partido), caso encare 2022, “mais perto da eleição”. O ex-senador e ex-PPS foi um dos convidados de jantar que o apresentador ofereceu semana passada a lideranças políticas em sua casa, no Rio.

À mesa estavam também FHC, o governador gaúcho Eduardo Leite, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, Armínio Fraga, os ex-ministros Mendonça Filho e Raul Jungmann e o deputado federal Daniel Coelho – além de Eduardo Mufarej, do RenovaBR, e Leandro Machado, do Agora!

O fator 2

À coluna, alguns dos presentes se mostraram unânimes ao resumir o cenário: Huck seria o nome capaz de quebrar a polarização da disputa de 2022. Eles têm mostrado pesquisas para convencê-lo a entrar em cena.

O apresentador tem promovido encontros desse tipo com o mais variado mailing. Ao que consta, não vai parar. Angélica dá o ar da graça, sem participar da conversa – mas mostra simpatia pela ideia de o marido entrar na política.

Privatizando

Sai hoje no Diário Oficial do Município o edital para concessão do Mercadão e do Mercado Kinjo Amato, ambos no centro. A concorrência será nacional e o vencedor opera o local por 25 anos. Preço mínimo da outorga: R$ 26 milhões.

Nas contas da Prefeitura, os benefícios para a cidade chegarão a R$ 143,7 milhões. Edital e anexos ficam online até início de novembro.

Privatizando 2

Será neste sábado a inauguração do novo aeroporto de Florianópolis – que abre para operações na terça-feira. Quatro vezes maior que o atual, foi desenvolvido e construído com apoio da brasileira Racional Engenharia, no prazo previsto de 14 meses. E dentro do orçamento contratado.

A concessão foi ganha pela Floripa Airport, subsidiária do grupo internacional Zurich, que vai operar o aeroporto.

Cardápio político

A Alesp lança em outubro a Frente Parlamentar dos Hotéis, Bares e Restaurantes. Surgida pelas mãos de Cristiano Melles, da Associação Nacional de Restaurantes, ela fica aos cuidados do deputado Frederico d’Ávila, do PSL.

Troca de guarda

Pedro Parente é o novo presidente do conselho de administração da Fundação Osesp. O ex-presidente da Petrobrás substitui Fábio Barbosa, que ficou oito anos no conselho – seis deles como presidente.

Tempos de Furtado

Anotações pessoais de Celso Furtado viraram livro. Organizado por sua mulher, Rosa Freire d’Aguiar, Diários Intermitentes de Celso Furtado sai em outubro, pela Cia. das Letras.

Com fotos e registros inéditos, o livro aborda as muitas viagens do ministro e preciosos diálogos com políticos e intelectuais.

Dama do teatro

Ruth de Souza será homenageada por seu trabalho como atriz em Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo. Amigos que conviveram com a atriz, que morreu em julho, participam da peça. No Sesc Interlagos, a partir de 19 de outubro.

Raízes

Toni Venturi e Val Gomes estão finalizando documentário sobre identidade, raízes e racismo no Brasil. A ideia é lançar Nossa Pele no ano que vem.

 

 

 

 

 

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