Hidrante doce

Sonia Racy

03 de dezembro de 2013 | 01h02

Antonio Nóbrega, último artista a se apresentar no auditório do Memorial da América Latina que pegou fogo na sexta, não percebeu nenhuma anormalidade no local. “Nem sequer passou pela minha cabeça que algo desse tipo poderia acontecer dois dias depois”, afirma.

Doce 2

Para o músico, SP é uma cidade que precisa de equipamentos como o Memorial, um local “carregado de simbolismos”.

Nóbrega tinha convite para se apresentar de novo lá, no começo do ano que vem, e disse que, assim que reconstruído, fará a apresentação com gosto.

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