Guerra declarada

Sonia Racy

05 de julho de 2014 | 01h08

Se a Portugal Telecom não correr para tentar resolver a – no mínimo – complicada situação que criou ao comprar 897 milhões de euros em papéis pertencentes a uma holding de seu sócio, o Grupo Espírito Santo, a coisa vai ficar feia. E pode colocar o processo de fusão da PT com a Oi na berlinda.

Indagado sobre o assunto, Carlos Jereissati atira: “Fraude não é sofá, que de vez em quando nos incomoda ao sentar”, dizendo-se para lá de indignado com a aquisição, que sequer passou pelo conselho de administração da PT. “Quero receber o que nos é devido dia 15” – data do vencimento da operação.

O presidente do Grupo Iguatemi e sócio da Oi não tem dúvidas: “Esta operação irregular, entre partes relacionadas, não será tolerada em nenhum país civilizado do mundo”.

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