Guedes discutiu perspectivas com comando do Softbank japonês

Sonia Racy

14 de março de 2019 | 00h25

PAULO GUEDES. FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS

PAULO GUEDES. FOTO: ADRIANO MACHADO/REUTERS

Sem alarde, no Rio, em pleno carnaval, Paulo Guedes sentou-se à mesa por três horas para almoçar, no Country Club – é frequentador assíduo – com integrantes do japonês Softbank, que faziam sua primeira visita ao Brasil.

Ali, enquanto o País caía na folia, o ministro da Fazenda trocou ideias com o boliviano Marcelo Claure, braço direito do bilionário Masayoshi Son e COO do banco.

Sobre o quê? Sobre seis perspectivas diferentes de disrupção no setor produtivo. O Softbank acaba de montar um fundo gigante no valor de US$ 5 bilhões, destinado a investir em startups pela América Latina.

Perspectivas 2

Em sua primeira visita ao País, o executivo descreveu o encontro como “uma lufada de ar fresco”. O Softbank já começou o processo de entrevistar empresas brasileiras interessadas em injeção de recursos.

Tendências: