Grupo tucano já prevê Doria para 2022 mas finca o pé no centrismo

Sonia Racy

19 de maio de 2019 | 00h50

GERALDO ALCKMIN E JOÃO DORIA. FOTO: PEDRO VENCESLAU

GERALDO ALCKMIN E JOÃO DORIA. FOTO: PEDRO VENCESLAU

Voo tucano

A duas semanas da convenção anual do PSDB – dia 31, em Brasília – a conta de muitos tucanos é que João Doria já emplacou como candidato do partido ao Planalto em 2022. Entretanto, ao que se apurou, a ideia de uma eventual guinada do partido à direita, defendida por alguns grupos, poderia custar caro.

Uma fonte chegou a dizer que, se isso ocorresse, pelo menos quatro dos oito tucanos no Senado iriam embora.

Voo tucano 2

Está claro para muitos, na legenda, que afastar-se do centro significa disputar o espaço à direita com o PSL de Bolsonaro. Ou seja, sai mais barato emplacar Doria como presidenciável mas… “mantendo o pé no centrismo”.

Voo tucano 3

O PSDB paulista leva caravana de 300 militantes e 60 delegados à convenção. O objetivo é ovacionar Doria. “Será o momento de o governador assumir de forma mais oficial o protagonismo no PSDB”, disse à coluna Marco Vinholi, presidente do diretório estadual.

Lógico, ao lado de Bruno Araújo, que será eleito novo presidente do partido.

Nós na fita

Chegou ao Iphan a notícia que ele mais esperava de Paris. A Unesco aprovou a indicação de Paraty e Ilha Grande como candidatas a Patrimônio Mundial. A decisão sai dia 30 de junho, no Azerbaijão.

Na própria pele

Ícone da geração de artistas dos anos 1980 e 1990, Nazareth Pacheco retoma as narrativas ligadas ao seu corpo, marcado por sucessivas cirurgias.

Os últimos 5 anos dessa produção estarão a partir de hoje na Galeria Kogan Amaro.

Dia do Tomate

Levantamento do Renova surpreendeu muita gente na Alesp. Nada menos que 73% das 15 mil leis aprovadas na Casa são para dar nomes a viadutos, estradas e datas comemorativas – como o Dia do Saci e o Dia do Tomate. Coordenador da investigação, Ricardo Mellão defendeu um “revogaço” para dar fim às leis irrelevantes.

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