Grid de largada

Grid de largada

Sonia Racy

09 de novembro de 2014 | 01h20

Foto: Iara Morselli/Estadão

É Maria Regina Yazbek a responsável pela logística do GP Brasil de F1, que acontece hoje em Interlagos. “Como se trata de uma operação complexa, que abrange desde a chegada simultânea de seis aviões cargueiros a Viracopos até a entrega de toda a carga no autódromo, temos muitos desafios”, conta ela, que dirige a Célere, empresa contratada pela FIA. Na retaguarda, 350 pessoas montam e desmontam o evento. “É um trabalho emocionante. Não podemos errar, pois a corrida tem de acontecer. Exige foco e muita disciplina”, completa. A maior dificuldade? “Sincronizar todas as interfaces:trânsito, segurança, transporte aéreo e rodoviário.” Maria Regina cita também “algumas conhecidas complicações tipicamente brasileiras, como as questões tributárias”.Já o fato de que, tradicionalmente, chove durante o fim de semana do GP não é problema: “A água torna ainda mais delicado o nosso trabalho, mas já estamos acostumados”.

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