Governo promete pagamentos atrasados do Minha Casa, Minha Vida

Sonia Racy

01 de março de 2019 | 01h00

Apareceu um túnel, ainda sem luz, no fim da estrada. Na reunião anteontem, em Brasília, com Paulo Guedes, Onyx Lorenzoni e Gustavo Canuto, José Carlos Martins – dirigente da Câmara Brasileira de Construção – fechou acordo para pagamentos atrasados, desde o começo do ano, contratados pelo programa Minha Casa, Minha Vida.

Segundo conta o dirigente da CBIC, a promessa é de liberar R$ 700 milhões.

De fato, o Orçamento de 2019 não prevê recursos para o Minha Casa, Minha Vida Faixa 1 – que é totalmente subsidiado. Nem previsão financeira para as Faixas 1,5 ou 2 – ambas parcialmente bancadas pelo governo federal.
E ambas paralisadas.

O único programa do MCMV andando, hoje, é o da Faixa 3 – que não conta com recursos do Tesouro.

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