Governo de SP prevê regras mais duras na capital e ‘flexibilização regionalizada’

Sonia Racy

26 de maio de 2020 | 00h51

Doria e Covas marcaram para amanhã anúncio sobre decisão de lockdown ou não. Pelo que se apurou, para evitar a medida mais drástica em todo Estado, deverão optar pela ampliação e endurecimento da quarentena na capital paulistana e na região metropolitana.

Como seria? Por meio da redução da lista de serviços essenciais – que hoje engloba, por exemplo, lojas de material de construção, lavanderias, call centers, indústrias, locadora de automóveis, transportes e logística…

Farmácias e supermercados permaneceriam abertos – além do delivery.

Já pelos 645 municípios do Estado, a tendência é a de adotar uma flexibilização regional. Isso significa possível retomada de algumas atividades econômicas, como reabertura de shoppings.

Onde? Exemplos dados: Araçatuba, Marília, Bauru, Franca e Ribeirão Preto.

Aviso: cerca de 100 cidades de SP não apresentam casos de covid-19.

Socorro

José Serra, no Senado, e Bruna Furlan, na Câmara, destinaram R$ 700 e R$ 200 mil, respectivamente, por meio de emenda parlamentar, para a Cinemateca Brasileira.

Segundo apurou a coluna, a Roquette Pinto, que ainda gere a instituição, já tirou do caixa R$ 10 milhões para não fechá-la.

Buraco verde

Entre as muitas ONGs ambientais revoltadas com as palavras de Ricardo Salles, proferidas na reunião presidencial de 22 de abril, a SOS Mata Atlântica emitiu nota.

Ela dita, entre outras, que “diante das graves ameaças e das intenções explicitadas publicamente, ingressamos na Justiça, em parceria com o MPF e a Abrampa – Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente, para anular atos lesivos à Lei da Mata Altântica”.

Um sonho  

Qual foi a tradução das falas, na mesma reunião presidencial de 22 de abril, feita por investidores?

Pelo menos uma delas – a frase de Paulo Guedes sobre o BB, “tem que vender essa porra logo”– fez com que o preço das ações do banco público ontem subissem mais de… 8% na B3.

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