Governo Bolsonaro corta R$ 320 milhões das obras da hidrovia Tietê Paraná

Governo Bolsonaro corta R$ 320 milhões das obras da hidrovia Tietê Paraná

Sonia Racy

17 de setembro de 2021 | 00h50

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Foto: Fábrio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Tarcísio Gomes, segundo se apurou, avisou governo Doria que R$ 320 milhões – destinados a obras de expansão da hidrovia Tietê Paraná foram cortados. O comunicado foi feito durante reunião com técnicos de São Paulo. Parado desde 2019, o projeto tocado pela secretaria de Logística e Transportes estadual, tem tudo pronto para dar o start.

Canal… política?

A hidrovia está parada há 15 dias justamente no canal de Nova Avanhandava, devido à seca. “Com as obras no canal, este problema não teria ocorrido”, afirma alta fonte do governo estadual.

Consultado, o Ministério da Infraestrutura não respondeu até o fechamento desta edição.

Me dá, aí

A Aprosoja Brasil continua com suas contas bloqueadas por determinação de Alexandre de Moraes. Advogados da associação estão entrando com recurso pedindo flexibilização do ministro do STF.

Pelo menos para que possa pagar seus funcionários.

Território…

O TJ-SP determinou a suspensão, no Facebook, do grupo “Livro PDF das Humanas”. Ele oferecia download gratuito de cerca de 144 livros, sem autorização das editoras e dos autores. Somavam 60 mil os internautas já cadastrados.

O recurso foi impetrado pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos.

Eu voltei

O Centro Cultural dos Correios, em São Paulo, retoma sua agenda de exposições presenciais com a mostra Arte Que Nos Une. Montada pela UP Time Art Gallery, trará obras de artistas do Brasil, África do Sul, Argentina, Espanha, França, Portugal e Suíça – será gratuita.

O tema? “As distâncias em um mundo já tão separado”, explica a curadora Marisa Melo. A partir do dia 9 de outubro.

Digital art

A plataforma de criptoarte Tropix, lançada há uma semana, vendeu por mais de R$100 mil duas obras do artista Eduardo Kac, que hoje estão em museus como a Tate Modern, de Londres, e o MOMA, de Nova York.

Digital

As peças fazem parte da série Erratum, com imagens pintadas à mão em um computador. O negócio foi encabeçado por Franco Leme, da Galeria Leme, uma das primeiras a apostar na nova tecnologia.

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