Gisele Bündchen by… Gisele Bündchen

Gisele Bündchen by… Gisele Bündchen

Sonia Racy

15 Janeiro 2015 | 01h20

Foto: Luciana Prezia

Não tem mesmo para ninguém. Só em 2014, Gisele Bündchen faturou US$ 47 milhões em contratos, cifra que a colocou, mais uma vez, no topo do ranking das modelos mais bem pagas do mundo, publicado pela revista Forbes– (posto que ocupa desde 2002.

Aos 34 anos e com motivos de sobra para celebrar, a top prepara agora um livro autobiográfico que abordará sua trajetória de duas décadas no mundo da moda. “Devemos lançá-lo até o final do ano”, disse Gisele em entrevista à coluna, durante passagem por São Paulo para estrelar um lançamento da Pantene. “Não se trata de um livro escrito, mas de uma série de fotos que contam a minha história desde os primeiros testes”, explicou. “Foi a forma que encontrei de honrar esse tempo de trabalho.” Do desfile de estreia da garota de Horizontina (RS) aos grandes editoriais e campanhas mundo afora, estará tudo lá.

A curadoria e a organização do material ficaram a cargo da própria modelo, que está contando com a ajuda do amigo Giovanni Bianco, renomado diretor de arte carioca (ele assina, por exemplo, a capa do próximo álbum de Madonna, que sairá em março). “O livro vai trazer todas as minhas cores, e Giovanni entende meu tempero brasileiro”, afirmou Gisele. Tempero que a modelo faz questão de cultivar mesmo radicada em Boston, nos EUA, onde vive com o marido, o jogador de futebol americano Tom Brady, e os dois filhos do casal, Benjamin, 5, e Vivian, 2.

“Como boa gaúcha, sou viciada em chimarrão”, contou. “E, em casa, tem arroz e feijão quatro vezes por semana. As crianças amam. Também tenho vindo mais ao Brasil do que antigamente, por causa delas. Os dois falam português fluentemente. A Vivi até canta em português!”

O segredo do sucesso da über model parece estar na tomada de decisões certeiras, tanto profissionais quanto pessoais. Gisele adiou, por exemplo, a ideia de realizar também um documentário comemorativo. “Minha prioridade é ser mãe. Achei que fosse ficar um pouco pesado fazer as duas coisas agora. Aprendi que, na minha vida, preciso ter prioridade para fazer as coisas bem feitas. Não dá para querer tudo ao mesmo tempo.” Palavra de quem chegou lá. /MARIANA BELLEY