Gedec propôs monitorar dono da Dolly, mas equipamento está em falta

Gedec propôs monitorar dono da Dolly, mas equipamento está em falta

Sonia Racy

19 Maio 2018 | 01h00

LAERTE CODONHO

LAERTE CODONHO. FOTO: FELIPE RAU/ESTADÃO

O Gedec – grupo especial do MP do Estado para apurar delitos econômicos – propôs, ao juiz de São Bernardo do Campo Márcio Oliveira, o monitoramento eletrônico do dono da Dolly, Laerte Codonho – cuja prisão de temporária venceu ontem.

Foi informado que o dispositivo está em falta no Estado.

O empresário, portanto, volta para casa livre leve e solto sem qualquer condição de fiscalização por parte da Justiça.

Codonho foi preso dia 10 por suspeita de fraude fiscal continuada e estruturada, sonegação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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