Gato no telhado

Sonia Racy

20 de julho de 2013 | 01h08

O governo Dilma pode flexibilizar a polêmica medida que tantos protestos tem gerado por parte dos médicos. Comissão formada pelos ministérios da Educação e Saúde, tendo como interface Adib Jatene e associações privadas, estuda o modelo espanhol de residência médica obrigatória. Se vingar, os estudantes de Medicina não terão do que reclamar.

Diferentemente do modelo inglês que seria adotado pelo Brasil – com período de dois anos compulsórios no SUS, após a graduação –, o formato da Espanha estipula dois anos extras, descontados do tempo de residência. Isto é, uma das principais queixas da classe (atraso de dois anos na formação) seria eliminada.

Esta formatação, pelo que se apurou, teria a simpatia de diretores de faculdades de Medicina, da Associação Brasileira de Educação Médica e dos ministros Aloizio Mercadante e Alexandre Padilha.

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