Frustração de quem votou em Bolsonaro aumentou, aponta pesquisa da Genial/Quaest

Sonia Racy

13 de janeiro de 2022 | 02h00

O presidente Jair Bolsonaro. Foto: Adriano Machado/Reuters

Recorte da pesquisa Genial/Quaest mostra que aumentou a frustração de quem votou em Bolsonaro em 2018. Na enquete, realizada entre 6 e 9 de janeiro, com 2 mil pessoas, 36% responderam que o governo Bolsonaro está pior do que esperavam.

Em julho do ano passado, pensavam assim 28% dos entrevistados. Já o porcentual de quem acha que o governo está melhor do que esperava caiu de 35% para 29%.

Na opinião de 34% das pessoas, a gestão do capitão reformado não está nem pior nem melhor.

Rastro 2
Outra parte da pesquisa aponta que para 55% o governo federal está pior do que esperavam, em julho do ano passado eram 48%. Por fim, a taxa dos que aprovam a administração do presidente caiu de 19% para 15%.


Vira, vira… virou?

Uma prévia do quarto trimestre de uma grande cadeia de shoppings do País, a Multiplan, aponta – quem diria – para alguma luz no fim do túnel. Como os números de 2020 foram um desastre geral, fizeram comparação com o quarto trimestre de 2019.

As vendas de agora foram 8,1% maiores que há dois anos – e esse número dobrou para 16% na semana entre 17 e 24 de dezembro, atingindo perto de R$ 1 bilhão. E o aluguel de lojas cresceu (em valores) 41%. A cadeia controla 19 shoppings, entre os quais o Morumbi Shopping e o Vila Olímpia em SP e o Barra shopping no Rio.

Make a wish

A partir da próxima semana, um daruma de 2 metros de altura irá percorrer seis pontos de São Paulo em uma ação da Japan House.

Conhecido por ser um amuleto da sorte – em que se pintam os olhos do boneco em troca de um desejo realizado – o símbolo japonês ficará estacionado em diferentes locais até o dia 27 de fevereiro.

 Cofrinho

O Instituto filantrópico ARCAH, capitaneado por Filipe Sabará, acaba de lançar um fundo multimercado em parceria com a Mogno Capital e o Banco BTG. O objetivo é captar R$ 1 bilhão em 2022 e R$ 3 bilhões em até três anos. O fundo não exige aporte mínimo e irá converter toda a taxa líquida de administração para a ARCAH desenvolver seus projetos.

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