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Sonia Racy

05 de maio de 2012 | 01h00

Gabriel Chalita reuniu gregos e troianos no Bar Brahma, anteontem, para comemorar seus 43 anos. O pré-candidato do PMDB à Prefeitura posou para fotos, arriscou passos de samba e fez tour pelo salão, cumprimentando um por um. Ao avistar Cândido Vaccarezza, beijou-lhe a mão e emendou: “Ninguém gosta tanto do Vaccarezza como eu”. Questionado sobre a sintonia, o deputado federal explicou: “Ele é meu amigo e, no segundo turno, ou eles estarão com a gente ou a gente estará com… eles”.

Em seguida, deparou com Edinho Silva. E brincou: “Eu estou bem de petista, hein?”. Ganhou novo afago: “Você é amado pelos petistas”. Entre os comunistas, Jamil Murad, Netinho de Paula e Orlando Silva. O ex-ministro do Esporte, em campanha para vereador de SP, gritou para um conhecido: “Pede para os seus amigos votarem em mim”.

Entre os tucanos, o deputado estadual Marcos Zerbini, Fábio Ferraz, presidente da legenda em Santos, e Jou Eel Jia, acupunturista de Alckmin. Passaram por lá ainda Luiz Flávio D’Urso e Walcyr Carrasco. Lurian, filha de Lula e assessora de Chalita, reclamou da agenda de dois dias do ex-presidente no Rio. “Ele ainda está fraquinho. A gente cuida, mas não adianta pedir para ele não ir”.

Michel Temer chegou tarde, roubando a cena. Entrou, cochichou ao pé do ouvido de Chalita, sorriu para os fotógrafos e, antes de partir, namorou o DEM. Incitado pela coluna, disse que Alexandre de Moraes, presidente municipal do partido, é “um ótimo nome” para vice. Chalita fez coro. Os dois, então, foram ao encontro do próprio. Baleia Rossi e Jorge Tadeu se juntaram à roda.

Enquanto isso, Jair Rodrigues animava a festa: “Você abusou, tirou partido de mim, abusou…” /PAULA BONELLI

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