Final feliz

Sonia Racy

30 de junho de 2016 | 01h50

A Defensoria Pública de SP conseguiu, em decisão inédita, reverter a história de uma brasileira vítima de violência doméstica no Japão, que não conseguia voltar ao País com o filho menor após se separar do agressor, também brasileiro.

O problema? Para retornar, ela precisava de autorização do pai da criança para emissão do passaporte da criança, mas tinha medo de contatá-lo.

O consulado do Brasil em Nagoia intermediou a negociação com a Defensoria, que conseguiu na Justiça autorização para o passaporte. Mãe e filho voltam nos próximos dias ao Brasil.

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