Fim do mundo

Redação

10 de setembro de 2008 | 18h19

A que ponto chegamos. Um ministro de um tribunal superior pediu ao assessor que providenciasse a troca do horário de um vôo. E ao receber telefonema do funcionário, avisando que havia “conseguido o negócio”, entrou na paranóia. “Mas que negócio nada meu filho, diga claro, é a troca de vôo.”

Vai que amanhã…

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